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Oi, Senta que lá vem história... (2011)

   Quando eu era pequena, eu sempre via minha mãe costurando as roupas delas. Ou melhor, arrumando as roupas que ela comprou. Tipo, ela comprou um vestido, por exemplo, e ai ela não gostava da alça. Pra que ela, certo? Tirava e botava o que ela queria. E isso funcionou com praticamente todas as roupas que ela comprou. E eu, criança feliz, já me pré-preparando para o meu futuro destino de designer, o que eu mais queria era aprender a costurar na máquina, e fazer roupas. É, só que como criança, eu não penso em roupas pra ser sincera, e sim em bonecas.

    É, depois de anos, anos, e muitos anos desse lindo fato recém descrito acima, eu resolvi então voltar a tentar fazer bonecas. Mas como eu ainda não sabia mexer na máquina, costurava a mão mesmo. É, o máximo que eu consegui fazer a mão foi uma boneca (que até hoje não terminei de por os cabelos nela. Porque, sinceramente, é um saco por fio por fio na cabeça da cria né), que ainda nem era tão bonitinha. E foi a 2ª melhor que eu fiz até hoje. Porque a primeira, eu fiz hoje. E, pela primeira vez, fiz na MÁQUINA DE COSTURA. Sim, eu aprendi a mexer na joça de máquina. Ou quase isso. Com meu pai me ajudando a engraxar ela. Porque assim, a máquina de costura não é das mais novas, ninguém a ocupava um bom tempo, então como ela tava mofando lá sozinha, precisava ser reengraxada, certo? Sim, certo. 
    
    Voltando: Eu fiz então a boneca, aquela que eu tanto queria fazer na máquina, e adivinhem? Ela ficou uma poooorcaria! Mas já era de se imaginar isso. Feita por mim né (risos).
    
    Então, na esquerda a minha pior boneca existente (natalia do futuro está aqui para dizer: perdi o arquivo da primeira foto, nem sei qual que é), e na direita, a melhor (feita hoje, no caso):



Outono maroto (2011)

     Quando está frio demais, meus banhos costumam ser quentes demais.

    Tão quente que eu acabei pegando bronzeado de tanta queimadura na minha pele. Tão quente que quando eu respiro parece que estou fazendo nebulização.

    É tão quente que eu não sei se o que tá evaporando é da minha pele ou da água. Quando estiver frio demais, diminua a circulação nos meus dedos; eles ficam inchados e gordos. Tão ridículo de tão feios, que se eu não colocar uma luva, é um problema.  Quando fica frio demais, até meus gatinhos resolvem virar simpáticos comigo e subir no meu colo. E por fim, quando está frio demais, eu acabei mudando meu nome pra Natalia Cebola, de tanta roupa que coloco. Aliás, querem saber como eu me vi nesse outoninho marotinho que tá tendo?